O que é Ergonomia?
Ergonomia: é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema. Esta definição resume bem o que é o curso de Ergonomia ministrado por nós, da FM2S em parceria com a Perozin.
No curso, o Professor e Especialista, Guilherme Perozin, mostra tudo que aprendeu nos seus mais de 15 anos de experiência na área. Como fisioterapeuta, Perozin utiliza o curso para dar ótimas dicas garantir sua produtividade sem prejudicar o bem-estar humano. Aliar a produtividade do Seis Sigma com os riscos ergonômicos, é nossa missão neste curso.
O projeto para desenvolver o curso surgiu quando Guilherme cursou o Green Belt e o Black Belt conosco. Durante sua certificação, Perozin deu um show ao apresentar um projeto de conclusão que permitiu a redução dos afastamentos em mais de 23%. Por meio da junção entre o Seis Sigma e a Ergonomia, Perozin acabou com as doenças ocupacionais na empresa e, consequentemente, com os riscos trabalhistas.
Qual é a origem da ergonomia?
Embora o uso da palavra "ergonomia" seja relativamente novo, o conceito em si não é. Um dos primeiros interesses notáveis na ergonomia foi no século 16, do médico italiano Bernardino Ramazzini, que escreveu uma revista médica ("De Morbis Artificum" - traduzida como "Doenças dos Trabalhadores") sobre as queixas de seus pacientes. A revista detalha uma variedade de lesões e como elas se relacionam com os ambientes de trabalho e as ocupações de seus pacientes. O uso do termo "ergonomia" foi finalmente cunhado por Wojciech Jastrzebowski e entrou em uso em torno de 1857.
Um exemplo de ergonomia no século 19 foi introduzido por Frederick Winslow Taylor. Uma "gestão científica" foi implementada como um método para aumentar a eficiência nos trabalhadores que transportam o carvão. Taylor descobriu que, ao reduzir o tamanho e o peso das pás utilizadas, a quantidade de carvão que foi empurrada triplicou. As mudanças no design da pá também levaram a reduções nas lesões relacionadas ao trabalho e ao aumento da produtividade.
Na década de 1900, o conceito de ergonomia foi explorado mais adiante nos "Estudos de Tempo e Movimento" por Frank e Lilian Gilbreth, que examinou técnicas para reduzir o número de movimentos necessários para executar uma determinada tarefa com sucesso. Em um exemplo, ao assentar as camadas de tijolos, os pesquisadores conseguiram aumentar sua produtividade de 120 a 350 tijolos colocados em uma hora, devido a uma redução no número de movimentos envolvidos por pavimento de tijolos.
A Ergonomia foi mais usada durante a Segunda Guerra Mundial para melhorar o design do cockpit como um meio para reduzir os erros dos pilotos e aumentar a segurança.
Como a Ergonomia funciona no Brasil?
Depois deste projeto, pensamos, por que não escalar este conceito? Por que não ajudar as empresas a melhorarem o conforto dos seus colaboradores sem aumentar custos ou reduzir a produtividade? E assim, nasceu os treinamentos de Ergonomia na FM2S.
No Brasil, ainda temos muito a melhorar quando pensamos na ergonomia e nos acidentes de trabalho. Não há economia ou produtividade que justifique, segundo os dados do Ministério da Previdência, perdermos 70 bilhões de reais anualmente com este tipo de problema. Além do valor, que não é pequeno, pensamos na quantidade de vidas e sonhos que foram ceifados por ele. Não há desculpas que nos permitam virar as costas para esta dura realidade.
Respondendo a primeira questão da melhoria, o que queremos realizar, desejamos reduzir o número de doenças ocupacionais. E quais mudanças fazer? A organização do trabalho, prescreve as normas e parâmetros das empresas, quem deve executar as tarefas, de que forma e quando, qual a qualidade exigida, equipamentos necessários e disponíveis, e quantidades a serem produzidas, entre outros. E, em cima destas recomendações, lançamos mão de práticas que vão garantir uma produtividade ergonômica.
Ergonomia e Produtividade combinam?
No curso, falamos de como o Modelo Toyota de Produção, concebida na Toyota Motor Co., tendo como figura principal o engenheiro Taiichi Ohno, eliminou a contradição entre ergonomia e produtividade. Este sistema apresenta formas de organização e qualificação do trabalho distintas do modelo da produção em massa, fundadas na diversificação das tarefas e envolvimento do trabalhador com os objetivos da empresa.
No Brasil, o Modelo ou Sistema Toyota de Produção não é tão difundido e, deste modo, muitas empresas ainda se concentram no modelo Taylorista. Ao fazer isto, é comum encontrarmos ambientes inseguros e não adaptados as formas humanas. Lembro-me de um estudo que mostrava a quantidade de doenças ocupacionais geradas pelo saco de cimento quando este pesava 50 kg, só para contar um exemplo. E, quando vemos a falta de cuidados no desenho de um novo procedimento, temos certeza da importância da Ergonomia para isto.
O que a ergonomia estuda?
Na sua mais simples definição, ergonomia significa literalmente a ciência do trabalho. Então, ergonomistas, ou seja, praticantes de ergonomia, estudam como o trabalho é feito e como funciona melhor.
É pela tentativa de tornar o trabalho melhor que a ergonomia se torna tão útil. E isso também torna as coisas confortáveis e eficientes. A ergonomia é comum em termos de produtos. Mas pode ser igualmente útil na concepção de serviços ou processos. É usado no design de muitas formas complexas.
No entanto, o que você ou o usuário está mais preocupado é: "Como posso usar o produto ou o serviço, atenderá às minhas necessidades e eu gostaria de usá-lo?" A ergonomia ajuda a definir o como é usado, como ele atende suas necessidades e, o mais importante, se você gosta disso. Isso torna as coisas confortáveis e eficientes.
O que a ergonomia estuda?
Na sua mais simples definição, ergonomia significa literalmente a ciência do trabalho. Então, ergonomistas, ou seja, praticantes de ergonomia, estudam como o trabalho é feito e como funciona melhor.
É pela tentativa de tornar o trabalho melhor que a ergonomia se torna tão útil. E isso também torna as coisas confortáveis e eficientes. A ergonomia é comum em termos de produtos. Mas pode ser igualmente útil na concepção de serviços ou processos. É usado no design de muitas formas complexas.
No entanto, o que você ou o usuário está mais preocupado é: "Como posso usar o produto ou o serviço, atenderá às minhas necessidades e eu gostaria de usá-lo?" A ergonomia ajuda a definir o como é usado, como ele atende suas necessidades e, o mais importante, se você gosta disso. Isso torna as coisas confortáveis e eficientes.
Para concluir, faço aqui um convite para você acessar o nosso curso gratuito de Ergonomia e aproveitar toda experiência do professor Guilherme Perozin, no assunto. Como engenheiro mecânico, posso afirmar que este conhecimento me faltou na universidade. Se você, como eu também pensa isto, garanto que irá gostar muito desta viagem.
Este e outros temas são abordados no White Belt, Green Belt, Black Belt e Formação PMP.